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Mercadante minimiza calote da Venezuela e diz que não há motivo para preocupação

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou neste sábado (14) que a inadimplência de países como a Venezuela é irrelevante. As dívidas totais somam US$ 1,12 bilhão (R$ 5,69 bilhões na cotação atual), segundo dados divulgados pela instituição até junho deste ano.

Mercadante minimizou a situação ao afirmar que não há motivos para preocupação excessiva. Ele participou do 1° Fórum Internacional da Esfera Brasil, em Paris, onde destacou que as dívidas pendentes são “irrelevantes”.

Três países devem juntos mais de R$ 5 bilhões ao Brasil: a Venezuela soma US$ 739 milhões (R$ 3,76 bilhões), Cuba, US$ 261 milhões (R$ 1,33 bilhão) e Moçambique, US$ 122 milhões (R$ 620,7 milhões).

Segundo Mercadante, o BNDES é um banco público que tem uma política de cobrança paciente. “O país atrasa pagamento, sempre recupera, em algum momento volta a pagar”, afirmou.

Impacto econômico

A inadimplência desses países pode afetar o orçamento público brasileiro e as finanças do BNDES. No entanto, Mercadante ressalta que essas dívidas representam apenas 1,3% dos desembolsos totais da instituição.

Além disso, o Fundo Garantidor de Exportações (FGE) já ressarciu a instituição em US$ 1,09 bilhão na soma dos três países citados. Isso significa que parte do risco foi mitigado por meio desse fundo.

Como isso afeta o bolso do leitor?

A inadimplência de outros países pode ter um impacto limitado no dia a dia das pessoas, pois os valores envolvidos são relativamente pequenos em comparação com as finanças públicas brasileiras. No entanto, é importante estar atento às notícias sobre o desempenho econômico desses países para entender como eles podem afetar futuramente a economia brasileira.

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