O iFood admitiu nesta terça-feira (3) que houve um vazamento de dados em dezembro de 2025, afetando aproximadamente 1,2 milhão de usuários. A empresa informou que os dados expostos incluem informações cadastrais como nome e CPF, mas garante que senhas, meios de pagamento e registros financeiros não foram comprometidos.
A companhia nega as alegações circuladas na internet de que 43 milhões de registros teriam sido vazados. O iFood afirma que o incidente foi rapidamente neutralizado por seus protocolos internos, mas optou por não comunicar formalmente à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) nem aos usuários afetados.
A decisão do iFood se baseia na interpretação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que exige comunicação quando um incidente pode causar risco ou dano relevante. No entanto, a empresa argumenta que não há evidências claras de que o vazamento tenha resultado em danos significativos aos usuários.
Impacto Econômico:
1. Risco à reputação da marca: O vazamento pode prejudicar seriamente a imagem do iFood, levando os clientes a questionarem sua segurança e confiabilidade.
2. Possível multa por descumprimento da LGPD: Se a ANPD determinar que o incidente foi relevante, o iFood poderá enfrentar penalidades financeiras significativas.
3. Impacto nos negócios futuros: A perda de confiança dos usuários pode resultar em uma diminuição do número de pedidos e impactar negativamente a receita da empresa.
